Rápido resumo:
- dia de saída e retorno: saída – 07/Nov. (sábado); chegada – 20/Nov. (sexta-feira) = total: 14 dias
- lugares que conhecemos: Pelourinho e Mercado Modelo (Salvador/BA), Morro de São Paulo (Bahia), praia de Guarapari (ES), Búzios (RJ), Rio de Janeiro, Angra dos Reis (RJ), Trindade (RJ) e Itamambuca/Ubatuba (SP)
- Dormimos em: Ipatinga (MG), Jequié (BA), Salvador (BA), Morro de SP (BA), Teixeira de Freitas (BA), Gurapari (ES), Búzios (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Angra dos Reis (RJ) e Parati (RJ).
- total percorrido: 4504 quilômetros
- garrafas de água consumidas pelas estradas: 40 garrafas de 500 ml (direcionadas para reciclagem posteriormente)
- dias de sol: absolutamente todos!!!
- dias “perdidos” dentro do carro: 6 dias (de acordo com o Má, dias "em trânsito" ou "dias de reflexão", rs)
- dias de praia aproveitados: 8 dias (parece pouco mas valeu muito a pena)
- noites dormidas ouvindo o barulho do mar: 6 noites
- itens de sobrevivência: salgadinhos, chicletes e balas, bolsa térmica para colocar garrafas de água gelada, papel higiênico, sabonete e toalha de mão (estes 3 para uso nos banheiros de estrada, se bem que alguns pareciam mais zoológicos, rs),
O por que da “maluquice”:
O que faz um casal decidir viajar de carro por tantos quilômetros e passando por 4 estados, além de São Paulo?
Vontade de conhecer vários lugares, ter flexibilidade para permanecer nos lugares que gostássemos pelo tempo que quiséssemos, sem ter guias de turismo decidindo quantos minutos tínhamos para conhecer o lugar, direcionar o dinheiro das passagens aéreas para combustível e pedágio (entre tanques de álcool e gasolina, gastamos uma média de R$ 900,00) e passeios, não precisando logicamente andar de avião, pois o Marcello morre de medo.
Também não tínhamos pesquisado nada sobre hotéis para ficar, praias que visitaríamos nos lugares em que parássemos, possíveis custos que teríamos com alimentação (a diferença entre algumas praias e estados é gritante). Praticamente viajamos no improviso total!
Além de ser uma maluquice viajar para tão longe sem lugares definidos, ainda tinha a insanidade de fazer todo esse trajeto em um carro sem ar condicionado (e ainda por cima preto)... Essa foi a única parte ruim de toda a nossa viagem.
Decisão:
O tempo era curto (15 dias) e tínhamos dúvidas sobre qual lugar conhecer: praia de Guarapari (ES), Caldas Novas (GO), Bonito (MS), Punta Del Leste (Uruguai) ou Buenos Aires (Argentina). Depois de algumas reflexões, decidimos por conhecer a costa brasileira e viajar até Guarapari (Espírito Santo).
Mais algumas semanas se passaram e quando faltavam apenas 10 dias para nossa viagem, decidimos estender um pouco mais e visitar a Bahia - destino: Salvador.
Planejamento / Preparativos:
No sábado anterior ao início da jornada, passamos o dia na internet pesquisando as melhores opções de estradas e quais seriam as distâncias percorridas por dia. Neste quesito o Google Maps foi um grande aliado. Foi aí que tivemos um susto: seriam quase 5 mil quilômetros percorridos....
Copiamos mapas, anotamos os nomes das cidades por onde passaríamos, visualizamos quais seriam as cidades em que pararíamos para dormir. Estava tudo pronto para a expedição!
Primeiros dias de estrada:
Partimos no sábado, dia 07 de Novembro. Lógico que o horário em que combinamos sair já tinha se perdido. Pegamos a estrada ao meio-dia, dado um trânsito enorme em Sampa.
Ainda bem que estava nublado, senão já passaríamos por maus momentos sem o ar condicionado ou mesmo desistiríamos e mudaríamos de destino.
O trajeto mais fácil para esta viagem é por Minas Gerais e também optamos por este estado para não ir e voltar pelo mesmo caminho. No entanto, enfrentar a Rodovia Fernão Dias nos seus primeiros quilômetros não foi nada fácil: muitas curvas, buracos e motoristas despreparados para estes problemas na via.
Ainda bem que o estado de Minas é bem perto de São Paulo e logo encontramos uma estrada com melhor asfalto e com curvas menos acentuadas. Para atravessar o estado pela Fernão Dias, você pagará 8 pedágios de R$ 1,10 (que diferença para os de São Paulo).
Na estrada há muitos caminhões, o que torna a viagem perigosa por ser via de mão dupla. Portanto as ultrapassagens são constantes, inclusive dos caminhões que estão mais leves.
Um ponto positivo desta estrada é a quantidade de postos de combustível (contrário da BR 101 – estrada pela qual voltamos) e locais para os caminheiros passarem a noite. Para quem viaja de moto, é uma vantagem, pois os tanques têm uma autonomia bem diferente de carro.
Em compensação, os banheiros destes postos são lastimáveis, desesperados (ruim para as mulheres, porque poste tem um atrás do outro, hehehe). Cheguei a ver uma pequena perereca saindo pelo ralo de uma pia; nojento. Isso sem falar na quantidade de insetos vivos e mortos encontrados. Dica: leve papel higiênico, toalha de mão e sabonete no carro, como garantia.
Tome cuidado para não se perder quando passa por dentro de algumas cidades. Algumas não são bem sinalizadas e você deve levar todo o trajeto anotado; caso contrário, pegará a direção errada. Como disse o Má antes da viagem, mesmo que nos perdêssemos seria uma grande aventura. E não é que ele estava certo. Pouco antes de chegarmos em BH teríamos que pegar o anel rodoviário, para não cruzar a cidade por dentro. Nos confundimos e pegamos a estrada para Contagem. Quando percebemos que estávamos indo para o lugar errado, já tínhamos rodado uns 45 Km. O problema foi voltar a mesma distância até pegar o trecho correto.
Na nossa primeira noite, conseguimos chegar até Ipatinga. Nosso plano era dormir em Governador Valadares; porém como saímos tarde de São Paulo e nos perdemos em MG, tivemos que parar antes do previsto.
Uma curiosidade em viagens como esta é que quem mora e viaja por São Paulo têm a percepção de que um trecho de 100 Km leva cerca de 1 hora a 1 hora e 20 min. Portanto, saímos de São Paulo com esta percepção, porém dado a quantidade de caminhões, condições das estradas e o fato de ser pista única em mão dupla na maioria do caminho, chegamos a levar o dobro do tempo para rodar as mesmas distâncias (as vezes até um pouco mais).
No segundo dia de viagem, avançamos até Jequié, uma cidade no meio da Bahia (interiorzão mesmo!!!). Também fora da nossa programação. Como estava muito calor e não tínhamos ar condicionado, o cansaço físico é muito maior, as paradas são mais freqüentes, o sono torna-se constante e incontrolável (por causa do calor). Dormimos em um hotel em frente a principal atração da cidade, uma praça com diversas barraquinhas com comidas típicas.
Na metade da tarde do terceiro dia (segunda-feira, dia 09/12), após 2 dias e meio de estrada e passando antes por Feira de Santana (um lugar horrível, pior do que o Shopping 25 de Março a céu aberto), finalmente chegamos a nosso primeiro destino: Salvador.
Chegada ao 1º destino – Salvador (BA):
Demoramos um pouco para encontrar pousada para ficar, pois havia um evento na cidade. Procuramos diversas pousadas e albergues, e por incrível que pareça a opção mais barata foi o IBIS.
Após deixar a mala, fomos para o Pelourinho conhecer a igreja de São Francisco, toda cravejada de ouro. É um lugar fascinante, sensação indescritível.
Andamos um pouco pelo local e fomos para o Mercado Modelo comprar as lembrancinhas para os amigos e parentes, usando o Elevador Lacerda (ponto turístico da Bahia) para chegar a cidade baixa.
No dia seguinte, nos deparamos com um fato engraçado: queríamos tomar café da manhã em uma padaria e ninguém sabia indicar-nos onde havia alguma. O que escutamos de 3 pessoas é que não é comum tomar café da manhã na padaria em Salvador.
Após achar uma padoca, que tinha mais cara de vendinha de bairro do que padaria, fomos até o porto, pegamos a balsa para Itaparica e viajamos até Valença, onde deixamos o carro em um estacionamento e fomos de barco até Morro de São Paulo.
Tanto no Pelourinho como em Valença nos deparamos com um comércio diferente: o de informações. Nestes dois lugares, tivemos que pagar para receber a indicação de onde ficava um estacionamento seguro e com preço razoável. No Pelourinho especificamente as pessoas querem te vender qualquer coisa, principalmente as baianas e os rapazes que fazem parte da Associação dos Menores do Pelourinho (que de menores não tem nada); chegam com a história de te presentear com um colar, depois amarram uma fitinha do Senhor do Bonfim no seu braço e na sequência dizem que contam com sua contribuição para comprar um colar, mas já te deram um monte de coisas e não aceitam devolução de nada. Tome cuidado: enquanto você não “compra” alguma coisa, eles não te largam.
Chegada à praia – Morro de São Paulo:
Fazendo uma viagem para este lugar fantástico, a dica é não levar mala de viagem de rodinha. Leve uma mochila. Ou use um dos táxis do local (melhor alternativa para quem leva mala de mão ou rodinha) e pague um custo em torno de R$ 5,00 – tente negociar para conseguir um valor menor. Em alta temporada este valor deve ser em dólar ou euros.
acima: mochilão / abaixo: táxi local
De preferência já vá de chinelo (não é necessário levar tênis ou sapato; com certeza você não utilizará), pois todo o trajeto é feito nas ruas de areia; só as calçadas são de concreto.
E prepare-se fisicamente: o nome do local faz jus às características das ruas: há ladeiras e morros para todos os lados.
Morro de São Paulo tem 4 praias chamadas de Primeira, Segunda, Terceira e Quarta Praia (que óbvio, hehe). Porém não deixe de conhecer a Praia de Gamboa, para a qual você deve ir de barco (10 minutos na embarcação mais lenta) ou vá pela praia quando a maré estiver baixa (a caminhada é um pouco longa, cerca de 1 hora, mas muito bonita).
- Primeira Praia
(vista do quarto da pousada nas 3 últimas fotos)
- Segunda Praia- Terceira Praia
(veja o turista tomando sol tranquilamente numa jangada - acima)
- Quarta Praia
Visite esta praia principalmente quando está com a maré baixa, pois os peixinhos nadarão ao seu redor. Se lembrar-se, leve pão para que eles comam na sua mão.
- Praia de Gamboa (falésias e muro de argila)
- restaurantes na praia (Primeira e Segunda Praia)
Se possível desça de Tiroleza ou no mínimo vá até o local de descida, pois a paisagem é gratificante – você praticamente enxerga as 4 praias. Veja:
Fotos do píer de chegada de embarcações:
Descida e passagem pelas próximas praias:
Para retornar sentindo Sul do país, fizemos todo o trajeto pela BR-101, tendo como próxima parada a cidade litorânea de Guarapari.
Meu Deus, a cidade de Vitória ainda fica a 280 quilômetros da divisa do estado.
Quando chegamos em Vila Velha, mudamos de estrada e fomos pela Rodovia do Sol, passando por várias praias, mas sem paradas.
Guarapari (ES):
Chegando na cidade de Guarapari, a sinalização de praias e direções é terrível. Não sabíamos onde estávamos, onde se concentravam os hotéis e pousadas, quais eram as praias mais interessantes para conhecer. Coincidentemente também tinha um evento na cidade e algumas pousadas estavam lotadas.
Mas como o que parece ruim acaba te levando para algo bem melhor, encontramos um hotel maravilhoso chamado Fragata Hotel, que tem formato de navio e fica na divida das Praias do Morro e da Cerca, com vista para esta, além da piscina e solário na cobertura do hotel. Lógico que brincamos de Titanic (Jack e Rose) no bico do “navio” / hotel.
- Praia dos Namorados (praia de tombo)
- Praia do Morro
- Praia da Cerca
Achei as praias de Guarapari muito parecidas com o Guarujá, com a diferença da transparência da água e de sua cor. Mas a Praia do Morro, por exemplo, é muito parecida com a Enseada; e a Praia dos Namorados, parece com a praia do Tombo, sendo que sua extensão é bem menor.
Em geral, os preços são mais acessíveis do que nas outras praias que visitamos. Comparando preços: o coco verde comprado na praia custa em Guarapari R$ 1,00, e em Búzios custa R$ 4,00 na praia do Recreio.
Se fizer esse trajeto, aja como comerciante e compre muitos cocos em Guarapari, revendendo-os em Búzios... Com certeza ganhará uma boa grana e terá o combustível gasto entre as duas cidades pago.
Todo o estado do Espírito Santo é repleto de montanhas e morros verdes e com árvores, principalmente plantações de eucaliptos (dado as fábricas de papel e celulose); a vista é bonita, a estrada é reta (sem curvas). Já a partir da divisa do ES com RJ, os morros já tem a grama bem rente a terra, não há muitas plantações e a grande maioria é pastagem de vacas.
paisagem do ES
paisagem do RJ
Armação de Buzios (RJ):
Chegando na cidade de Búzios, é necessário atravessar uma ponte um tanto quanto diferente: passam embarcações grandes por baixo.
A cidade é totalmente voltada para o turismo, e tem para todos os gostos: pousadas e hotéis simples com diárias de R$ 250,00, e outras com diária de R$ 80,00 com piscina (que foi onde ficamos). Achamos uma que os preços começavam em 389,00 (suíte simples) por noite o casal. Detalhe: Chegamos em Búzios totalmente fora de temporada, e num domingo. Imagina estes preços no Ano Novo ou Carnaval. Para a refeição, este esquema se repete. Tudo dependerá do quão perto você está do centro de Búzios.
Ficamos 1 dia e meio e tivemos a oportunidade de conhecer quase todas as praias, pois o tempo se alternava em aberturas de sol e encoberto. Em qualquer pousada e hotel você consegue obter um guia com todas as praias.
Praia de Geribá:
Praia da Azedinha:
Praia da Azeda:
A praia que mais gostamos de conhecer em Búzios foi a Praia da Ferradurinha, que fica num lugar de difícil acesso, sendo necessário deixar o carro em um lugar distante e andar por 1,5 quilômetro a pé.
Há praias predominantemente voltadas para turistas. A praia de João Fernandes por exemplo só tinham pessoas falando em espanhol e castelhano.
Rio de Janeiro (RJ):
Na tarde de terça-feira (dia 11), fomos para o Rio de Janeiro encontrar uma amiga no bairro do Recreio dos Bandeirantes. Ficamos lá até a tarde do dia seguinte.
Passamos pela ponte Rio-Niterói (extensão de 13 quilômetros). Morremos de medo de pegar a Linha Amarela ou a Linha Vermelha, andamos muito pelo Rio, pois ele é enorme e também tem muito trânsito.
Como todo turista no Rio, fomos visitar o Cristo Redentor e algumas praias. E sem querer nos perdemos e saímos no meio de uma favela.... afff, que medo!!! (Aliás, no RJ não existem favelas, e sim morros e comunidades, rs).
Angra dos Reis (RJ):
Na quarta-feira a tarde, chegamos em Angra dos Reis. Um lugar paradisíaco, calmo e com mar indescritível. Não deixe de fazer um passeio de escuna, pois é o que vale a pena no lugar. A cidade em si é muito feia, tirando as casas dos bacanas. Para se ter uma idéia, a única opção de refeição a noite foi ir ao shopping.
Curta também a riqueza dos que tem dinheiro, olhando a lancha e iates destes (logo na entrada da cidade, tem a Marina; praticamente um estacionamento vertical de lanchas), e até tendo a oportunidade de vê-los chegar de helicóptero, como no vídeo abaixo.
Ah, prepare-se financeiramente, pois tudo é muito caro em Angra dos Reis.
vista do nosso quarto:
fotos diversas (passeio de escuna):
brinquedinho dos sonhos:
marina de Angra:
Em Angra também presenciamos algumas cenas que só se vê na novela das 20h. Veja que curiosidade, estávamos na praia tranquilos, quando nos deparamos com este indivíduo chegando em casa para passear de Iate no final de semana. Cerca de 1 hora antes o empregado da casa havia saído com o barco, provavelmente para abastecer, retornando uns 15 minutos depois.
Abaixo, mais uma curiosidade. A Cris dando comida para os peixinhos ... "Ai, mordeu meu dedo!!!".
Tanto em Búzios, quanto no Rio e em Angra dos Reis, sentimos o sol mais ardido, diferente de outras cidades por onde passamos. E com as pessoas que conversamos sobre isso, estas também comentaram essa diferença do sol carioca. Portanto, o cuidado é essencial.
Paraty (RJ):
A noite de quinta-feira (dia 19) passamos em Paraty. Uma cidadezinha bem rústica, com ruas de pedra e casinhas comerciais com iluminação provinciana. Muito legal!
Na manhã de sexta-feira, viajamos para Trindade: o último lugar que conheceríamos, antes de voltar para São Paulo. Como era feriado, decidimos passar algumas horas no lugar e combinar uma próxima visita, em algum feriado prolongado. O lugar vale a pena, é maravilhoso!
Partimos de Trindade seguindo viagem de retorno para casa.
Praia de Itamabuca (Ubatuba - SP):
Como o tempo ainda estava ensolarado e tínhamos tempo, passamos por Itamambuca, uma das praias de Ubatuba, já em São Paulo.
Outras Curiosidades:
- Fotos que não poderiam faltar:
* Pôr-do-Sol
Praia de Gamboa (BA)
Primeira Praia (Morro de São Paulo - BA)
Rodovia do Sol (Vila Velha - ES)
Armação de Búzios (RJ)
* nascer do sol:
Vista do Quarto (Morro de São Paulo - BA)
* bichinhos que encontramos durante a viagem:
Morro de São Paulo: Mula (transportando produtos para as pousadas e restaurantes)
Guarapari: Caranguejo (na praia da Cerca)
Búzios: Tartaruga (no pier de pescadores)
Rio de Janeiro: Jacaré (em frente ao prédio que ficamos)
Chegada a São Paulo:
Vimos o tempo mudar drasticamente: saímos de Parati (RJ) com um sol ardido, passamos a manhã na praia de Trindade (divisa do RJ com SP) com o mesmo sol, porém com muitas nuvens. Chegamos em Itamambuca/Ubatuba (São Paulo) para almoçar e passar algumas horas, porém o tempo já estava fechando, por isso ficamos pouco. Subimos pela Rodovia Tamoios (não deixe de parar no fazendão e provar um churrasco com queijo na chapa à lenha) e Carvalho Pinto, pegamos um trânsito absurdo devido aos turistas descendo para aproveitar o feriado; chegamos em São Paulo com muita chuva e o tempo já nublado.
Conclusões:
Chegamos com o braço que ficava mais exposto ao sol logicamente mais bronzeado do que o outro.
Tivemos a sensação de férias muito mais extensas do que elas realmente foram, pois visitamos vários lugares.
Estamos ansiosos para chegar logo a próxima viagem, também de carro (espero que já tenha ar condicionado). E se for em baixa temporada então, melhor: pouco trânsito nas cidades, pousadas e hotéis disponíveis e com valor de diária mais acessível, comércio sem filas, garçons à disposição, entre tantas outras vantagens.
Por melhor que seja o local para onde você esteja viajando, sempre sentirá saudades de casa, da sua cama, seu sofá e sua rotina caseira. Ainda bem que, viajando, você dá mais valor para todas estas pequenas coisas do dia a dia.
Possíveis próximas viagens:
Praias ao Sul da Bahia (já recebi várias indicações), Caldas Novas (Goiás) ou Ilha Grande (RJ).
Esperamos que vocês tenham gostado do nosso Blog. Se quiser, deixe um post.
E que venham as próximas férias!!!

Ainda não consegui ler tudo com calma...mas as fotos são LINDAS!
ResponderExcluirSaudades amiga...um beijo para o casal!
PH manda abraços!
ADOREI!!!
ResponderExcluirMuito legal!!! Que super aventura!
Beijinhos
Pri
Só nao consguí ver a foto do tal individuo chegando em casa para passear no fds... rs
ResponderExcluirQuero ouvir vcs contarem sobre a viagem pessoalmente viu!
Pra dar várias dicas pra qdo fizermos a nossa!! Quem sabe de motoca??? Rs
+bjos
Amei as fotos e comentários. daria uma reportsgem para revista de viagem! Que tal?
ResponderExcluirConheci alguns dos lugares que vcs visitaram e acabei viajando nas fotos.
Para mimo mais interessante deve ser o morro de São paulo devido a voda de lá bem diferente da nossa!
Boas viagens!
bjus
Dindinha
Cris, ficou o máximo!!! Vou fazer o maior lobby para que as próximas férias sejam novamente na Bahia! Beijos
ResponderExcluirCris, adorei as fotos e as ótimas dicas...
ResponderExcluirRealmente Ilha Grande é um ótimo lugar para as proximas férias!!!
beijos
Fran
Cris, Adorei. Temos lindos lugares no Brasil que não fazemos idéia. Vou programar e conhecer alguns deles. Valeu as dicas também. Beijos
ResponderExcluirUrsula
Cris,
ResponderExcluirIncrivel!!!
Parabens a voce e o maridao, corajosos e fortunados!
As fotos estao maravilhosas, quantos lugares conheceram, quantas praias maravilhosas...
Demais!
Beijos,
Lygia G. Santos
Excelente Cris.
ResponderExcluirMas vc é uma aventureira mesmo, heim! Também estive no Rio em outubro, mas fui de avião! rssss
Beijos,
Silvana Leal
Nossa Cris! Que legal!
ResponderExcluirbeijão
Heloísa Sasdelli
Legal Cris!!!!
ResponderExcluirDeve ter sido inesquecível.
Beijos,
Gustavo Franco
Oi Cris,
ResponderExcluirQue legal!!
As fotos estao lindas!!!!
bjs,
Dani Aguilar
Amiiiiiiiiiiigaaaaaa!!!! Isso era o que eu precisava!! huahuaha!! Adoooorei seu blog e sua viajem!!!!! E adorei a idéia do blog... Eu tb vou viajar, vou fazer quase igual vc fez.
ResponderExcluirAdooorei amigaaa... Fazer essas viagens é ótimo né!!! Vc estão lindos nas fotos!!
Beijossss!!
Aninha
Oi Cris,
ResponderExcluirAchei lindas as fotos da sua mega viagem!!!! Super show!
Bjocas!!!
Fabi Leonel
Cris, meu....adorei!!!! vcs são totalmente "roots", que puta coragem meooo!!!!!!!
ResponderExcluirNossa, vale muito mais a pena fazer uma viagem dessas, vc tem mais autonomia e de certa forma, acho que saiu bem mais barato do que se vcs tivessem ido de avião ou optado pelos pacotes turísticos...
que legal!!!!!
gostei da parte: "insanidade de fazer o trajeto num carro sem ar condicionado e ainda por cima preto" kkkkkkkkkkk
Vou repassá-lo para o pessoal que sonha em fazer uma trip dessas!
Superbeijo!
:-)
Bel
Nossa amiga, que lindo.
ResponderExcluirObrigada por compartilhar com a gente, sabe que isso foi muito bom, porque coincidência ou não fomos convidados para um passeio assim esse ano para esse mês de dezembro, mas eu fiquei com medo... Então foi bom você ter me mandando essas informações porque me senti mais segura para realizar um passeio como esse. Quem sabe ano que vem... Valeu miga.
Beijão,
Érica Barbosa
Oi amiga, tudo bem? Que saudade de vc!!!!
ResponderExcluirAdorei o blog e as fotos tb...tenho algumas desses lugares, claro que nao igual vcs...conhecendo tudo em um pacote so...rsrs
Ja fiz algumas viagens de carro tb, acho que vale muito a pena, claro que precisa ter bastante disposicao e uma caixa de primeiros socorros que tenha frutas, muita agua, salgadinhos, bisnaguinha e por ai vai...rsrs
um beijo
Kelly
Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii quanta coisa rssss
ResponderExcluirDindinha Élida